a noite
que me parece fazer sobressair as olheiras inexistentes, e sobre mim quer largar o pano negro da raiva e da embriaguez. Hoje, nesta noite, nem mesmo as estrelas me ajudam, e assemelham-se a pontos longínquos sem nada de especial...e até o meu pensamento me atraiçoa e a sobriedade de um raciocínio parece desvanecer mais facilmente do que uma poça de água no alcatrão num dia de verão. E apenas as teclados do teclado, poderam contar a alguém o que me ía na alma; não, perdão; não na alma, porque essa, por vezes, até eu ás vezes a tomo por desconhecida, as teclas, do teclado, apenas podem contar a raiva, da incrível falta de precisão e de erros que me corre na ponta dos dedos, pois o meu próprio corpo, está confuso e impertinente.
será culpa do frio, da chuva, do mau tempo ou da falta de certeza de soluções, falta de saber que amanhã te vou encontrar com esse verde infinito a sorrir para mim, e a dizer, que me amas...
tenho saudades tuas, do teu abraço quente e completo, tão poderoso tal chama que o fogo respira, tão seguro como só ele pode ser; tenho saudades do teu beijo, que me faz acordar e sentir, olhar e ver...tenho saudades tuas, saudades do teu riso, saudades das nossas conversas, que se passavam sob um céu estrelado, sentados naqueles bancos rodeados de momentos tão tristes e tão alegres...tenho saudades de estar contigo, de me sentir amado e desejado....quero ter-te sempre comigo, quero que saibas que te quero mais que a tudo, que te desejo acimo de qualquer coisa, e que, os antes meus, são agora os nossos SONHOS....amo-te hoje mais do que ontem, amanhã mais do que hoje, desejo-te para "sempre"..

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